sexta-feira, 28 de setembro de 2007

ZÉ DO TREM - EU SOU ENGENHEIRO




Eu sou Engenheiro !




Era muito comum a um profissional de nível superior recém-admitido pela Vale, chegar a Itabira, passar pelo escritório da empresa no Areão e partir direto para o local de trabalho a fim de conhecer as instalações. Depois é que ia procurar acomodações de hospedagem, geralmente no Isolado.
Assim aconteceu com José Eduardo Bumachar Pereira. Foi contratado para substituir Murilo Serpa, engenheiro ferroviário que cuidava do embarque do minério, cargas gerais e passageiros da E.F.Vitória a Minas . José Eduardo podia ser considerado um sujeito boa-pinta: olhos esverdeados, cabelos cor de mel, eloqüente, postura de galã .
Nosso inexperiente colega, após tomar posse de seu novo cargo na “Estação Ferroviária de João Paulo”, apresentou-se como candidato a hóspede no Isolado. A "quadrilha" de veteranos encontrava-se reunida na sala de estar, batendo papo após o jantar, atrapalhando a novela que o Vadinho Barbosa, com seu tradicional pijama listrado, tentava assistir. O recém-chegado, muito desinibido, entrou na sala de cabeça erguida, botou a maleta no chão e se apresentou para a patota, abrindo os braços, com um largo sorriso:
– Êi gente, eu sou o novo engenheiro ferroviário ! Acabo de ser empossado!
Antonio Berti vislumbrou ali uma excelente oportunidade para tirar um sarro as custas do calouro e não perdeu tempo. Levantou-se mirando o recém chegado de alto a baixo e exclamou para que todos na sala o ouvissem :
– Ora, ora ! Vejam só quem está aqui ! Um candidato a Jerry Adriany dos pobres! Acho que você errou o endereço, parceiro. O concurso de melhor cantor é lá no palco do Cine Itabira.
O rapaz arregalou os olhos, incrédulo, e taramelou :
– Mas eu não sou cantor ; sou colega de vocês, com muito prazer ! Meu nome é José Eduardo Bumachar, o novo engenheiro da SUEST (Superintendência da Estrada de Ferro) em Itabira. Perguntem pro dr. Murilo !
Antônio Berti voltou à carga, implacável :
– Olha aqui, garoto! Nós sabemos que você não é engenheiro p nenhuma. Você tem cara de técnico de nível médio. A república dos técnicos é lá perto do campo do Valério. Você é muito cara de pau !
Virou-se para a turba, mal escondendo o riso, e prolongou o deboche :
– Vê se pode uma coisa dessas...se apresentar, logo aqui, como engenheiro!
O nosso desditoso colega “engoliu a corda”... abriu a maleta, apanhou o registro provisório do CREA e o sacudiu no ar , triunfante:
– Vejam ! Eu sou engenheiro ! Eu sou engenheiro ! Vocês estão enganados !
Nessa altura, a galera já havia entrado na onda de gozação. Tomaram-lhe o documento e, passando-o de mão em mão, duvidaram de sua autenticidade afirmando que "aquilo” qualquer gráfica podia fazer. Queriam ver o original. “Onde estava a carteira do CREA ?”
E o Berti arrematou crucificando : – Na realidade, sem qualificação superior, você é somente um “agente” da estação... vai ser apenas o “ZÉ DO TREM”. Contudo, somos magnânimos e compreensivos com os novos funcionários. Por hoje, você pode jantar e dormir aqui ; porém, amanhã bem cedo, você vai “caçar” seu rumo.
E o desconsolado rapaz tentava contrapor desatinado :
– Pessoal, vocês estão enganados...eu sou engenheiro...vou ser o responsável pelo embarque. Podem perguntar ao dr. Murilo Serpa !
Foi uma noite de glória...pegar um novato para alvo de chalaça, especialmente aquele galã deslumbrado, que “engolia tanta corda”.
Daquele dia em diante o apelido grudou nele; virou emblema do cargo. Poucos o conhecemos como José Eduardo Bumachar. Gente fina , o Zé do Trem !


Enviado por : Sérgio Antônio da Silva Guimarães
Retocado por : Jota Ramos

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

OLHA A BOLA DR. VIEIRA



Olha a bola Dr. Vieira !

Jeová Gomes Cerceaux era profissional na área de contabilidade. Tipo da pessoa fina e educada. Sério e respeitador, tinha um “jeitão” mais formal do que a maioria dos engenheiros que compunham o “Quadro Técnico” da Vale no início dos anos 70. Trabalhava no Escritório do Areão, na entrada da cidade de Itabira, onde ficava o escritório principal do DM – Departamento das Minas – mais tarde Superintendência das Minas.
Dr. Vieira era o ”Número Um” das Minas. Sério e compenetrado, era respeitado por todos.
A seriedade do dia-a-dia de trabalho de segunda a sexta-feira era amenizada nos fins de semana, na informalidade dos encontros do pessoal no Clubinho da Vila Técnica Conceição e outros locais.
Alguns apreciadores de futebol costumavam jogar uma “pelada” no campo do Valério. Na época ainda não existia o “Estádio Tonicão”. Cerceaux, atacante, era até tido como bom de bola. Dr. Vieira - não sabemos se buscando manter a integridade física – jogava no gol.
Cabe um parênteses: muitas vezes eventuais “diferenças” surgidas no quotidiano profissional eram “acertadas” no gramado. Não falando dos “botineiros” de carteirinha, não raro as peladas dos domingos ocasionavam algumas belas contusões. O Superintendente no gol trazia maior conforto a todos.
Num domingo, o sorteio colocou Cerceaux e Dr. Vieira em times opostos. Em certa altura do jogo, Cerceaux recebeu um passe espetacular, em profundidade, depois de um contra-ataque.
Ficou bem de frente para o gol, ninguém entre ele e o goleiro.
Dr. Vieira estava distraído (provavelmente pensando em algum compromisso do dia seguinte).
Cerceaux, ao perceber a situação, vendo que o gol seria inevitável, começou a gritar para alertar o goleiro :

– Dr. Vieira, olha a bola, cuidado !
Eu já estou entrando na área. Vou ser obrigado a chutar..

OLHA A BOLA DR. VIEIRA !!!

Por Artur Pereira

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

VISTA AÉREA DA VILA TECNICA CONCEIÇÃO




Vejam que excelente imagem via satelite da região da Vila Tecnica Conceição, com a casa de Hospedes , o Clubino, etc.

Que saudades!!!!

"Imagem do Google Earth"

Obelix

domingo, 16 de setembro de 2007

NORMAS DO BLOG DO ISO LADO

NORMAS DO BLOG.

Para aqueles que ainda não leram, não custa repetir

Olá Flávio Obelix. Tudo bem?

Elogio sua iniciativa de escrever a história do Isolado. O que não se registra fica sem memória. O vento leva. O tempo apaga. E seria muito triste perdermos a memória daqueles bons tempos. Além disso, uma história "puxa" outra.
Pessoalmente, gostaria de lhe enviar um "causo" para este livro.
Gostaria também de fazer algumas sugestões:
-Para atrair "escritores", prometer (e cumprir) que seus nomes aparecerão como autores da história contada/enviada por eles (a menos pedido em contrário).
-Deixar claro que as histórias não serão ofensivas à moral, ou prejudicial à intimidade ou carreira profissional/familiar de qualquer personagem.
-Solicitar fotos dos personagens, tiradas no ambiente do Isolado ou do escritório, ou da mina, na época em que trabalhavam na CVRD.
Estas fotos serão úteis para compor o livro futuramente.
-Melhor ainda: fazer um SITE de fotos do Isolado, com acesso a todos os participantes. Isto atrairia mais adeptos e incentivaria o envio de novas fotografias.
- As histórias não precisam ser necessariamente "ocorridas" dentro do Isolado; podem perfeitamente ser com pessoas que lá moraram relativas àquela época.
-Enviar periodicamente, algum conto já pronto ou esboçado, para atrair a curiosidade e despertar o "escritor” que existe dentro de cada um de nós.
-Divulgar, ao máximo, sua intenção de redigir o livro.
-Pedir sugestões aos antigos moradores, sobre os capítulos a serem incluídos no book.
-Solicitar a Olinda (e publicar), receitas dos pratos mais servidos na mesa giratória. O Osvaldo Soares (Vadinho) , lambia os beiços pela terrível dobradinha (bucho de boi).
-Programar encontros / entrevistas com antigos moradores, para anotar os "causos". Muitos gostam de contar, mas não se sentem à vontade para escrever.
-Paralelamente à história do Isolado, traçar a evolução da empresa nas décadas em que o Isolado existiu. Exemplo: década de 1970, o "boom" da CVRD, construção das mecanizadas e das barragens de rejeito. Década de 1980: duplicação da ferrovia, etc.. .
-Colocar um prazo final para a obra, digamos: até dezembro de 2009, e trabalhar em cima deste prazo.
-Persistir em seu ideal até a obra ficar pronta.

Conte comigo. Felicidades em sua obra. Abraços.

José Maria Ramos.

UMA LATA DE SKOL


UMA LATA DE SKOL

O Isolado estava permanentemente em festa e qualquer eventualidade era motivo para mais uma. Só não vi por lá batizado de boneca e aniversário de cachorro porque foi a “socialite” madame Vera Loyola quem lançou essa moda, muito anos depois, para agraciar sua cadelinha Mimi.

Desta forma, a simples “ameaça” feita pelo nosso colega Antônio Berti, em contrair núpcias, ensejou-lhe uma festa de arromba comemorativa à sua despedida de solteiro. Berti era também conhecido como “parceiro”, “italiano” ou "bagliaccio", pois assim tratava a maioria de nossos colegas.

Desde o alvorecer a casa foi tomada por intenso rebuliço. O festejo seria aberto com opíparo rega-bofe, um daqueles que só a Olinda sabia coordenar, e rolaria pelo restante do dia, quiçá se estendendo pelas sombras da noite até a névoa da madrugada.
Pelas onze da manhã, começaram a chegar os convidados, colegas de trabalho, em sua maioria casados, que moravam nas vilas técnicas da CVRD.

Bebidas e tira-gosto rolando à vontade. Tudo farto como costumava ser nas festas do Isolado. O nível do ruído ambiente foi aumentando em decibéis, com brincadeiras e gozações, acompanhando a ascensão do nível etílico.
Lá pelas duas da tarde foi servida a rainha das feijoadas – borbulhante, perfumada, deliciosa. Prestava-lhe vassalagem um séqüito de pratos subalternos : arroz branco, filigrana de couve, farofa , laranja fatiada e molho picante. A caipirinha corria solta. Um garrafão da “branca” esvaiu-se em guias. Brindes intermináveis eram erguidos ao radioso futuro dos nubentes. Pratos e copos eram reabastecidos com reiterada volúpia. Pelo brilho nos olhos e unto nos lábios dos convivas poder-se-ia inferir o sucesso da gastronomia.

Como diria São Camilo de Lelis (o do hospital): “Em toda feijoada que se preze deveria haver uma ambulância à porta, para o caso de eventual socorro aos comensais”.
Com o passar das horas, os casais foram se retirando, restando apenas o pessoal da casa e alguns colegas de Vitória que estavam a serviço em Itabira.

Eu morava naquele quarto em frente à sala de estar e de repente começaram a espocar bombinhas . A bomba era lançada de forma rasteira, resvalava no chão e tomava a direção dos incautos, explodindo-lhes nos pés. E os sustos iam se sucedendo! Alguns colocavam bombas dentro das panelas vazias (Olinda ficava uma fera!) e outros debaixo dos capacetes de serviço.

De repente, o tiroteio cessou. Alguém afirmou ter acabado o estoque de bombas. Mas a esbórnia continuou, agora com o arremesso de latas de cerveja (vazias) e capacetes (indestrutíveis) um em direção ao outro, sem machucar ninguém.
Milton Rocha, craque de bola, fazia embaixadas com latinhas vazias, no meio do cenário, sem se importar com o burburinho da patuléia.



Encontrava-me recostado na porta do meu quarto, bem defronte a porta de entrada do Isolado. De lá, naquela confusão etílica, veio voando em direção ao meu rosto uma lata de skol. Peguei-a no ar, com a mão esquerda, e passei-a por trás do corpo, para a direita, tentando arremessa-la de volta. (Até então eu não sabia que havia uma bomba dentro). Naquela fração de segundo, enquanto segurava a lata, a bomba explodiu !

Senti o deslocamento de ar. Foi aquele impacto: BUUUM! ! !
E o mais intrigante – não doeu! Apenas começou a esguichar sangue onde o metal estilhaçado rasgara a artéria da mão. (Alguns maliciosos disseram depois que urinei na lata). Fiquei aturdido! O primeiro a me socorrer foi Geraldo Bosi tentando, a todo custo, estancar o sangue com sua camisa, o que conseguiu alguns instantes depois. Em seguida, Pilonel tentou me levar ao hospital. O carro do Piló estava com o farol queimado, já era noite escura e o apavoramento se juntou a nós. O hospital ficava no mesmo bairro (Campestre), no sopé da avenida Cauê, esquina com SENAI. Não era longe, mas o trajeto pareceu-me infindo.

Fui prontamente atendido pelo doutor Sad Zaglul. Entrou comigo no ambulatório nosso grande colega, Fernando Garro. Havia outra pessoa na sala... acho que era ... Bosi e Tonico Gordo; divisei sombras difusas, minha mente divagava. Fernando ficou ali, sem se afastar um só instante, me dando força naqueles instantes de eternidade em que o cirurgião costurava minha carne .

Saí do hospital atordoado, alinhavado com 24 pontos. O braço na tipóia parecia carregar a mão de outra pessoa: dura, pesada, inerte; não obedecia comandos.

Retornei ao Isolado. O clima era o pior possível. A festa acabara e a sala estava imaculadamente limpa, sem vestígios de sangue. A turma séria, calada. Os colegas mais conservadores, com uma advertência pronta na voz grossa: “eu sabia que esta brincadeira de mau gosto ia dar no que deu!”

No outro dia, quando fui agradecer o apoio dado pelo Fernando Garro ele me disse que não conseguia ver sangue, tinha sido a primeira vez.

Então lhe perguntei : – Mas como é que você agüentou ali, de pé, o tempo todo?
Ele me respondeu com uma piscadela de olhos:
– Cara, eu “tava” tão cheio de cerveja que não conseguia me afastar da sala!
Durante uma ou duas semanas as bombas cessaram; mas depois, voltaram a pipocar para alegria geral .

Aquela “brincadeira” era marca registrada da nossa república e um “pequeno” acidente não daria cabo ao tradicional entretenimento que, penso eu , só teve desfecho indesejável naquela única vez .

Enviada por : Cloysio Ulrich de Souza
Retocada por : Jota Ramos
Itabira, setembro/2007.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

PRIMEIRO CAUSO DO LAIR

""Num churrasco lá no Isolado, o Darcy Germani, como bom gaúcho, resolveu comparecer para nos ensinar como assar bem as carnes.
Eis que sentindo o cheiro do churrasco, o Lair, que morava bem perto e já aposentado por questões de cabeça, apareceu como sempre fazia, e começou a tomar umas cervejinhas acompanhadas pelos ótimos tira gostos do Darcy, que gentilmente servia a todos, sempre ensinando até a forma de cortar as lascas de carne para ficarem mais macias.
Darcy é muito educado, e tem uma maneira de falar mais lenta, com um timbre um pouco mais agudo que o usual, o que serviu para a errada conclusão do Lair, já meio bêbado:
--- Eh, Darcy, você não perde este teu jeitinho de viado, hein?
Cumpre acrescentar que, mesmo com a informalidade que reinava entre nós, o Darcy era o chefe dos chefes dos nossos chefes, posto que todos eramos profissionais em início de carreira na Vale, e assim tinhamos um grande respeito por ele. E só pudemos rir depois que o Darcy gritou -- Lair, seu filho da puta! - e sem se dar por ofendido, explodiu numa gargalhada....""

Bem, assim vai minha primeira contribuição,

abraços,

Gazzolão

terça-feira, 11 de setembro de 2007

MAIS DETALHES DA CORRIDA DE FORMULA 1

MAIS DETALHES

Do site http://www.gpbrasil.com.br/site2007/historia.asp


Em 30 de março de 1972, o autódromo sediou pela primeira vez uma corrida da categoria. A competição, entretanto, não contou pontos para o campeonato mundial. A corrida foi vencida pelo argentino Carlos Reutemann, seguido pelo sueco Ronnie Peterson e pelo brasileiro Wilson Fittipaldi Jr.
Com o sucesso do evento, o Brasil passou a integrar, já no ano seguinte, o calendário oficial do Campeonato Mundial de Fórmula 1. A primeira prova brasileira aconteceu em 11 de fevereiro de 1973 e foi vencida por Emerson Fittipaldi, seguido pelo Escocês Jackie Stewart e pelo neozelandês Dennis Hulme.

PILONEL - FORMULA 1

CORRIDA DE FÓRMULA UM

Creio que era o ano de 1972. O isolado lotado! O mês, não me lembro, mas aconteceria em Interlagos, num determinado fim de semana, uma corrida de FORMULA 1. Nosso amigo, Pilonel (Felix Pereira), era professor da Faculdade local e, como não podia deixar de ser, queridíssimo pelos alunos.
Piló se empolgou com a iminente corrida, reuniu sua turma de alunos, e programou uma viagem a SP para assisti-la. Fretou um ônibus, achou que estava tudo resolvido, e não tomou outras providências corriqueiras. A saída seria num sábado à noite, pois o tão esperado evento aconteceria no domingo. Naquele sábado, pediu-me para deixá-lo na rodoviária de Itabira, no que prontamente lhe atendi. Chegamos por volta de 19:00 horas, e ali já estavam reunidos seus pupilos, cerca de uns vinte; homens e mulheres empolgadíssimos, com suas pequenas malas de viagem, máquinas fotográficas e gravadores (queriam gravar o ronco dos motores).






Nisto, chegou o tal ônibus alugado. Olhei meio desconfiado para aquele veículo desconjuntado, meio trêmulo, queimando óleo, mais para ferro-velho que lotação... mas, tudo bem, pensei! Afinal de contas, nosso amigo devia saber onde estava se metendo.




Assisti emocionado ao “feliz” embarque e retornei ao Isolado. Ia me preparar para um baile no clube do Valério do Pará (luz negra, garotas; tempo bom!).
Mas voltando ao assunto: o ônibus partiu sacolejante, soltando baforadas e fumarolas, pela estreita e sinuosa estrada de Itabira a BH. Quando chegou ao posto de fiscalização, quase na entrada da capital, por volta das 22:00 h, foi compreensivelmente detido pelos fiscais que solicitaram os documentos do veículo e do sonolento condutor.

O leitor atento já deve ter percebido o desenlace do episódio: a documentação estava incompleta e a “espaçonave” ficou detida ali mesmo, impedida de “decolar” rumo ao brilhante porvir. Imaginem a frustração da turma! Porém o nosso Super Herói, não se deu por vencido. Vestindo sua capa mágica, rapidamente resolveu o problema.








Alugou (como sempre "bancando" do bolso dele) cinco táxis, sendo três opalas semi-velhos e dois fuscas carroçáveis; e mandou tocar, com os alunos dentro, para Interlagos – SP. No meio da viagem, um dos carros furou um pneu em lugar deserto e, ao que parece, estava sem estepe. Foram a pé procurar borracheiro. Resolveram o problema. Prosseguiram viagem. Mais pra frente, um dos opalas (o mais velho?) pega fogo no motor, sendo logo “imitado” por outro menos idoso. Mas nada impede a marcha triunfal de nosso intrépido líder e mestre.



Outros imprevistos foram acontecendo na malsinada expedição, de tal (falta de) sorte que chegaram a Interlagos depois do término da ansiada corrida. Se o Rubinho Barrichelo estivesse na disputa, talvez eles ainda chegassem a tempo de presenciar suas últimas voltas pelo circuito. Não estava. Mas Piló não se dá por vencido. Caminha ereto e audaz, seguido pelo séqüito de impávidos discípulos; vai até os boxes onde os carros estavam sendo examinados, etc.

Alguns ainda com os motores ligados. Pasmem vocês! Não é que Piló gravou, ali mesmo, ante a estupefação dos mecânicos e pilotos, aquela ronqueira doida dos motores? Gravou e retornou com o pessoal no que ainda “restava” dos carros alugados.
Chegou a Itabira, na segunda-feira cedo, e me relatou todas as peripécias da incrível aventura. Fiquei ali, ouvindo consternado, pesaroso pelo acontecido com a turma dele. Mas ao que parece, ele não tava nem aí. Terminou o relato, levantou-se fagueiro e lépido e falou:

– Bom, Closiu (meu apelido). Estou de volta para São Paulo. Vou ver meus parentes em Lins, no interior.

Então perguntei-lhe porque não fora de Interlagos direto para Lins; a distância teria sido muito menor. Ele retrucou-me que não podia ter feito isso porque tinha que trazer de volta seus os alunos sãos e salvos.
Despediu-se, virou as costas magras e se mandou de novo para “Sampas”. Só mesmo o Piló!
Quando retornou, três dias depois, passou a colocar as fitas com a ronqueira dos motores, toda santa-manhã, para tocar na hora do café.

Era o grande Piló e suas aventuras que nos divertia, e muito!

Grande amigo de todas as horas. Mas que era divertido, lá isso era!



Enviada por: Cloysio Ulrich de Souza (10/9/2007)
Retocada por: Jota Ramos




SO PARA COMPLETAR UM TEXTO ESCLARECEDOR

A PRIMEIRA CORRIDA DE FÓRMULA 1 NO BRASIL - 1972

Por Carlos "Caneta 13" Coutinho




Ninguém estava preocupado com isso naquele sábado de março de 1972. A verdade é que mal os treinos acabaram e o sol começou a cair no autódromo agora silencioso, a tensão da espera, a viagem de ônibus, a emoção de ver a Formula 1, tudo aquilo começou a cobrar seu tributo. Fui ficando fraco e tonto, mas felizmente os cataninenses/paranaenses me convidaram a dormir na barraca, talvez não querendo perder as dicas daquele cara do interior que sabia tudo de Formula 1 ou, pelo menos, bem mais do que eles. Dormi ao lado de uma lata de atum aberta que permaneceu durante meses na minha memória olfativa. Mas o convite foi espetacular. Se algum de vocês estiver lendo este texto, rapazes, muito obrigado por tudo.

A corrida foi o que se sabe. Emerson, o pole, liderou da primeira até a volta número 33, com vinte segundos de vantagem para o Reutemann, quando rodou quase em frente aos boxes no meio de uma nuvem branca de fumaça de pneus ­ eu estava acompanhando de binóculo a Lotus preta e dourada precisamente naquele instante ­ e o Reutemann venceu a corrida, Wilsinho foi o terceiro e Luis Pereira Bueno o sexto. Se fosse uma prova válida para o campeonato, ele marcaria seu primeiro ponto em sua primeira corrida.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

A MELHOR COISA DO MUNDO

A melhor coisa do mundo


A reunião com os compradores de minério se estendia, na Divisão Comercial. As últimas cláusulas do contrato eram arduamente discutidas e então datilografadas, de modo que sua assinatura pudesse ocorrer em seguida, antes que os estrangeiros, já um pouco atrasados e bastante impacientes, partissem para o aeroporto.

É claro que o Superintendente Jurídico da Vale, figura das principais naquela hora, não podia pensar em se ausentar, nem mesmo para ir ao banheiro. Tudo terminado, o pessoal gentilmente acompanhado até o elevador, o advogado, que quase não se agüentava mais, e julgando as despedidas intermináveis, exultou quando as portas se fecharam e ele pôde disparar para o banheiro mais próximo, o do corredor.

Finalmente soltava um suspiro e se aliviava, em um dos vários mictórios, quando entra, também desesperado para fazer o mesmo, o funcionário que cuidara da datilografia e das cópias do contrato. Já quase totalmente livre do aperto, o advogado esquece sua natural sisudez, e lhe diz, alegremente:

_ ”Puxa, Fulano, isto é a coisa mais gostosa do mundo, não acha?”

Bastante surpreso com a intimidade nunca antes demonstrada, mas talvez principalmente estranhando a preferência do advogado, o funcionário olha, desconsolado, para o forte jato que também está emitindo, e pondera, entre respeitoso e desconfiado:

_ ”Olha, doutor, o senhor me desculpe, mas ou eu mijo muito mal, ou o senhor nunca transou !”

“Causo” verídico contado por Guilherme Almeida Gazzola

CHUTOU O PAU DA BARRACA

Prêmio de Aposentadoria

Esta estória se passou nos anos 60, bem antes da tão esperada criação da Valia.
Os empregados não se aposentavam, para não se verem reduzidos aos magros benefícios do “Instituto”. A VALE, para conseguir alguma renovação em seus quadros, criava incentivos para motivar a saída dos mais idosos, por exemplo com o “prêmio de aposentadoria”, de generoso meio salário por ano de casa.

“Seu” Tonico, completando 44 anos de CVRD, se interessou pelos 22 salários a mais que receberia, e pediu a aposentadoria. Ele era um dos contínuos que serviam a Diretoria, talvez o mais serviçal, humilde, obsequioso, e mesmo bajulador, dentre todos os seus colegas. Reconhecendo suas qualidades, e agradecidos pela gentileza com que sempre foram por ele tratados, alguns dos diretores resolveram patrocinar uma festinha de despedida.

Foram compradas algumas garrafas de champanhe e uma linda torta bem confeitada. “Seu” Tonico acompanhou com alegria e sofreguidão todos os brindes, que eram erguidos com a chegada de cada um dos diretores à sua festinha.

Finalmente, o diretor mais antigo fez o discurso de despedida, e entregou ao “seu” Tonico o tão cobiçado, rico e polpudo envelope com o prêmio em dinheiro. Mas terminou com uma brincadeira de gosto duvidoso:

_ “Olha aí, ”seu” Tonico, com esta grana toda, se o senhor quiser, quem sabe consegue até fazer um programa com a vedete fulana de tal ?”

O até então sempre respeitoso “seu” Tonico, não se sabe se inebriado por tanto champanhe, ou se, realmente cansado dos longos anos de servilismo e adulação, pensou um pouco, guardou o dinheiro bem no fundo do bolso, e sentindo-se finalmente aposentado e livre, pôs o braço em torno dos ombros do diretor e “chutou o pau da barraca”:

_ “Olha, doutor, acho que com essa grana toda, se eu quiser, faço um programa até com o senhor!”


“Causo” verídico (com nome fictício) contado por Guilherme Almeida Gazzola,

Seu INTELECTO






“Seu” Intelecto


Antes da Valia, muitos só se aposentavam aos 70 anos. Sem vigor para serviços pesados, a Vale lhes dava funções que permitiam prosseguirem dignamente até a “compulsória”. Essas pessoas mantinham seus salários, bem melhores que a pobre aposentadoria pelo “Instituto”, trabalhando como porteiros, ascensoristas, vigilantes e, também, jardineiros.

“Seu” Intelecto, era um desses jardineiros, na Vila Conceição, em Itabira. Já beirando seus 70 anos, inteligente, gentil, alto, magro, ereto e elegante, cabelos brancos ressaltados pelo contraste com a cor da pele, merecia o apelido, pois além de usar um empolado, mas preciso vocabulário, falava até um pouco de francês! Para a jardinagem nas residências atendidas, conseguia, feliz, pedir e receber instruções nessa língua.

Claro que ele não chegava e dava um simples “Bom dia, o que deseja que eu faça hoje?”. Era “Bonjour, Monsieur! Qu´est ce que vous voulez aujourd’hui?” Se você o cumprimentasse e pedisse para plantar uma roseira, por favor, mas dizendo : “Bonjour, Monsieur L’ Intellect! Je vous demande de replanter ce rosier, s`il vous plaît”, teria o mais motivado, dedicado e cuidadoso dos jardineiros!

Todos adoravam aquela folclórica figura – e ele era respeitoso, educado e formal - exceto um dos médicos do Hospital da Vale, que o julgava pedante, pretensioso, até meio “metido a besta”! Um dia, “seu” Intelecto, em sua ingenuidade, ignorando a opinião do doutor, foi consultá-lo, se queixando, sempre com seu palavreado muito bem escolhido, de estar com uma “certa purgação no pênis”.

O doutor viu ali a oportunidade de quebrar o que julgava ser arrogância do simpático e correto velhinho, e quis colocá-lo em constrangimento. Em vez de simplesmente receitar-lhe uma boa penicilina – a panacéia que naquela saudosa época resolvia todas as afecções da “região” - mandou que ele tirasse toda a roupa e se deitasse na mesa de exames. Iniciou uma preleção sobre a naturalidade com que médicos e enfermeiras lidam com o corpo humano, prontamente interrompida por “seu” Intelecto que, claro, compreendia perfeitamente e não se sentiria incomodado, conforme disse.

Então, o médico mandou entrar a mais bonita das enfermeiras, fez a moça segurar o pênis do “seu” Intelecto em posição vertical e pingou um remedinho qualquer na uretra. Ao jardineiro, que pretendia humilhar, disse ser necessário que ela ficasse segurando por um certo tempo, até que o remédio penetrasse bem! A enfermeira estranhou o inusitado procedimento, mas agiu na linha de “se o doutor mandou, vou cumprir”.

O médico se afastou um pouco para rir da ridícula situação que impusera àquela tesa figura quixotesca, já planejando como contaria aos amigos da Vila Conceição. Seu triunfo pouco durou. Foi implacavelmente suplantado por nosso querido e incólume “seu” Intelecto que, ao cabo de alguns minutos sem demonstrar o menor embaraço, declarou, solene e firmemente, para alívio da moça já ruborizada e preocupada com o “crescimento” do problema : _ “senhorita, muito lhe agradeço, mas não mais necessita permanecer segurando ... ele já fica por si!”


“Causo” verídico contado por Guilherme Almeida Gazzola.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

UM POUCO DE OURO PRETO

VOU FICAR DEVENDO A FOTO, POIS AS QUE ACHEI ERAM PEQUENAS.

Sei que muitos irão ficar chateados por ter colocado a foto da Escola de Engenharia da UFMG e não ter falado nada sobre OURO PRETO.

Pesquisa vai, pesquisa vem, resolvi como abaixo:

do site http://www.em.ufop.br/em/apresentacao.php


"A Escola de Minas de Ouro Preto foi inaugurada em 12 de outubro de 1876. "Em muito pequena extensão de terreno pode-se acompanhar a série quase completa das rochas metamórficas que constituem grande parte do território brasileiro e todos os arredores da cidade se prestam a excursões mineralógicas proveitosas e interessantes". Assim era descrita a cidade de Ouro Preto pelo ilustre fundador da Escola, o cientista Claude Henri Gorceix, em relatório enviado ao Imperador Dom Pedro II. "



Transcrito do WIKIPEDIA

"Ouro Preto é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, famoso por sua magnifica arquitetura colonial. Localiza-se a uma latitude 20º23'08" sul e a uma longitude 43º30'29" oeste, estando a uma altitude de 1179 metros. Sua população estimada em 2004 era de 68 208 habitantes.

No município há 12 distritos: Amarantina, Antônio Pereira, Cachoeira do Campo, Engenheiro Correia, Glaura, Lavras Novas, Miguel Burnier, Santa Rita, Santo Antônio do Leite, Santo Antônio do Salto, São Bartolomeu e Rodrigo Silva."

MAIS CAUSOS

Relendo os artigos postados deu-me uma estranha sensação que os causos, os fatos e as coisas daquela época, não foram transportados para o presente.

Alguma figuras de linguagem alguns têrmos da giria e da gozação, parece-me que ficaram hermeticos e não seguiram em frente.

No causo do GAVIÂO, é citado o têrmo PASSARALHO, que usando as mais modernas técnicas de pesquisa, não encontrei na Internet.

Parece, que os escrivinhadores daquela época não foram absorvidos e nem transmitidos para a eternidade.

Não achei o desenho do MOITA, do PASSARALHO, e estou pesquisando no GOOGLE, no Yahoo, mas também não consegui nada sobre o CORONEL MARIO.!!!!


Onde será que se esconderam ??? eheheheheh


OBELIX

Na Madrugada de 5 de setembro de 2007

TUDO O QUE APRENDI

TUDO O QUE HOJE PRECISO REALMENTE SABER, APRENDI NO JARDIM DE INFÂNCIA

(Pedro Bial)



Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância.
A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.
Estas são as coisas que aprendi:

1. Compartilhe tudo;

2. Jogue dentro das regras;

3. Não bata nos outros;

4. Coloque as coisas de volta onde pegou;

5. Arrume sua bagunça;

6. Não pegue as coisas dos outros;

7. Peça desculpas quando machucar alguém;

8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;

9. Dê descarga; (esse é importante)

10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;

11. Respeite o outro;

12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias;

13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom)

14. Quando sair, cuidado com os carros;

15. Dê a mão e fique junto;

16. Repare nas maravilhas da vida;

17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também..



Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e vai ver como ele é verdadeiro claro e firme.

Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos.

É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.



"O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver".

O MOITA - WIKIPEDIA




HOMENAGEM A ESCOLA DE ENGENHARIA DA UFMG


É tá muito difícil esta vida de computata. Ou seja o escrivinhador que vai em busca de causos e de imagens pela internet.

Saí procurando pelo famoso MOITA, que nos tempos da escola de Engenharia da UFMG, era visto por todos os cantos e em todas as paredes. Não achei uma imagem da figura. ehehehehehhehe

Neste nosso blog, já havia falado dela, e inclusive tive que artesanalmente, e sem ajuda dos filhos que dominam a arte da "Ciência da Computação", desenhar um MOITA, no sentido bem amplo da palavra, para designar, aquele sujeito, que sempre as espreitas estava ao nosso redor, e sabia de tudo, e tava em todas.

Não sei, se pelas circunstâncias da época, lá na saudosa Escola de Engenharia da UFMG, localizada no largo da Rua Espirito Santos com a Rua dos Ìndios Guaicurus,em Belo Horizonte, havia uma grande população deste bicho, ou sei lá o quê.!!!!!

No meu tempo, de 1969 a 1973, época que chupar DROPS, podia ser DOPS e dava uma cana danada, os moitas corriam solto.
Era a época deles.
Floresciam em cada árvore, cada muro, cada andar e brotavam de todos os lados, e nunca voce sabia quem eram e o que faziam. Permaneciam alí aprontadando e sempre sabendo das coisas, mas sempre por cima dos muros.


Agora, até me lembrei de um outro têrmo da época, que o Gazzolinha gostava também de usar, ou seja " dar uma força".

Aliás, demos muitas forças lá no ISOLADO. Era só achar um caboclo animado e afim de aprontar alguma, que dávamos uma força. ehehehehheh

Obelix

SETEMBRO de 2007

CPI DO ISOLADO

OI Zé Maria Ramos.

ACHO QUE DEVERÍAMOS CRIAR UMA CPI. ehehehehehe

CAUSOS dos PICARETAS do ISOLADO. ehehehheheheheh

Assim poderíamos saber exatamente o que os caras estão escondendo. Eles não nos enviam os fatos, as estorias para que possamos narrá-las numa linguagem corriqueira e cheia gozações.

É claro que não iremos mostrar ALVO e nem o ATIRADOR, mas podemos dar uma leve mexida e inverter o onus da prova, e sem citar os nomes , eheheheheheheh

OS MOITAS ESTÂO MUITO BEM ESCONDIDOS, e eu sei que Gazzolinha e Gazzolão tem muitos casos bons pra contar. O Artur Galinha , também tá escondendo.

O Aranha também ainda não deu as caras.

Destaque dois praças ai da sua GUARDA de Itabira e mande requisitar o ARANHA e o seu email.

Temos que atiçar os colegas ehehehehehheeheh

CLARO que numa CPI igual a nossa não vamos entregar o OURO, pois o OURO ficou no carpete, eheheheheh Já naquela época, na escadaria do dreno da Concentração, bem em frente ao escritório do DO.

TEM muito neguinho na moita.

OBELIX o primeiro e unico. eheheheheheh